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#Segunda Casa

Songs of Ascension / Beatriz Moreira, Iris Auguste e Giulia Micelli

O jogo é jogado de olhos fechados para se desligar da violência dos ideais inatingíveis de beleza, das representações e dos modos preconcebidos associados à feminilidade. Conectando-se com a autoria do seu próprio corpo, as performers.

It’s a Long Yesterday / Carminda Soares e Maria R. Soares

Um ou dois corpos, seis no máximo. It’s a long yesterday é um exercício sobre o desejo, a fratura e a multiplicação. 

Apneia / Leo Calvino e Joana Couto

A normalidade retorna rapidamente e a sanidade não permanece em risco, basta virar para o outro lado e aconchegar-se novamente nas próprias conceções macias e cheirosas. Quantas camadas tem um sonho? Onde termina o sonho de um e começa o sonho de outro? Onde está a fronteira entre o real e o surreal?

KOKORO / Ana Isabel Castro e Deeogo Oliveira

1. Magoado, Melindrado, Pesaroso, Triste, Plangente, Sensível, Meio Podre, Combalido; 2. Função psicofisiológica que consiste em experimentar certa espécie de sensação; (...)

A SENSE OF / Beatriz Lourenço

Em A SENSE OF o público é convidado a co-criar um espaço, onde se usa o poder coletivo e o sonho como modos de protesto.

Rubble King / Duarte Valadares

Rubble King introduz um curto período de atenção, uma criatura investigadora do arquétipo. Uma entidade numa sandbox, um local de informação ilimitada, um circuito excessivamente produtivo à procura de arquétipos com que se alimentar. Vários estados através da mudança de atenção e esquivando-se da conclusão, um ridículo racional.

Krakatoa / Sara Santervás

Krakatoa, surje como a necessidade política de abordar cenicamente uma ocupação social: quebrar o silêncio público em torno do suicídio.

FINAL GIRL / Rina Marques e Rui Paixão

FINAL GIRL surge do convite da bailarina Rina Marques ao palhaço e encenador Rui Paixão, para que ele dirigisse um solo de dança.

nome de solteira / Gisela Ferreira

Por entre espetros de um dito 'esgotamento hereditário', "nome de solteira" desmembra o quotidiano numa reflexão sobre o trabalho não-pago e o suposto papel da mulher.

Sagração de quem Era / Margarida Constantino

“Nova refutação do tempo” é uma criação multidisciplinar, onde a fotografia e a dança habitam o mesmo espaço. Onde a imagem não existe sem movimento e movimento não existe sem imagem. Criamos uma performance feita de fragmentos, onde reinventamos um corpo, mas também o espaço em que esse mesmo corpo se transforma.
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