Tag Archives: Em Circulação

#Em Circulação

Songs of Ascension / Beatriz Moreira, Iris Auguste e Giulia Micelli

O jogo é jogado de olhos fechados para se desligar da violência dos ideais inatingíveis de beleza, das representações e dos modos preconcebidos associados à feminilidade. Conectando-se com a autoria do seu próprio corpo, as performers.

Apneia / Leo Calvino e Joana Couto

A normalidade retorna rapidamente e a sanidade não permanece em risco, basta virar para o outro lado e aconchegar-se novamente nas próprias conceções macias e cheirosas. Quantas camadas tem um sonho? Onde termina o sonho de um e começa o sonho de outro? Onde está a fronteira entre o real e o surreal?

A SENSE OF / Beatriz Lourenço

Em A SENSE OF o público é convidado a co-criar um espaço, onde se usa o poder coletivo e o sonho como modos de protesto.

Do Terreiro ao Mundo / Nova Criação de Clara Andermatt

Do Terreiro ao Mundo É a dança que atravessa o tempo. Os passos desenham laços de fé, luta e ofício. No bater e no silêncio dos paus ouvimos os ecos atrás dos montes. O que começa no adro expande-se para além, em corpo e memória, segue caminho, faz-se mudança e força viva. Está aqui.

It’s a Long Yesterday / Carminda Soares e Maria R. Soares

Um ou dois corpos, seis no máximo. It’s a long yesterday é um exercício sobre o desejo, a fratura e a multiplicação. 

ЯΛ́ЯΛ / Nova Criação de Catarina Miranda para a Companhia Instável

Para a nova criação ЯΛ́ЯΛ, procuramos cinco intérpretes, residentes em Portugal, com fortes capacidades técnicas, rítmicas e artísticas nos domínios da dança e da música. Damos particular atenção à singularidade de cada intérprete, assim como à disponibilidade para explorar o corpo como espaço de transformação extática.

VANISHING / Beatriz Valentim e Bruno Senune

Coreografar o invisível, destruir os ciclos: agora vês-me, agora não, desapareces para dentro de mim, desapareço para dentro de ti - tu que me estás a ver. Encontramos espaços intermédios: des-olhar, des-formatar, projetar desejos, pesadelos, pó.

Rubble King / Duarte Valadares

Rubble King introduz um curto período de atenção, uma criatura investigadora do arquétipo. Uma entidade numa sandbox, um local de informação ilimitada, um circuito excessivamente produtivo à procura de arquétipos com que se alimentar. Vários estados através da mudança de atenção e esquivando-se da conclusão, um ridículo racional.

TAKE / Nova Criação de São Castro e António M Cabrita para a Companhia Instável

Quando pensamos em som, a primeira imagem é a de ondas invisíveis que viajam pelo ar, captadas pelos nossos ouvidos e interpretadas pelos nossos cérebros. Mas para além da sua dimensão auditiva, o som tem peso, movimento e força. O som possui uma história em si e o corpo procura incessantemente por uma história.

KOKORO / Ana Isabel Castro e Deeogo Oliveira

1. Magoado, Melindrado, Pesaroso, Triste, Plangente, Sensível, Meio Podre, Combalido; 2. Função psicofisiológica que consiste em experimentar certa espécie de sensação; (...)
Este website utiliza cookies para melhorar e personalizar a sua experiência de navegação. Ao continuar a navegar está a consentir a utilização de cookies.