© Joana Rodrigues / “TIMBER”, de Roberto Olivan, com interpretação de Joana Couto, João CardosoIlan Gratini, Lara Serpi, Liliana Garcia, Liliana Oliveira e Ricardo Machado

Arquivo

Nesta página podem ser consultadas todas as obras apresentadas pela Instável, desde 1999.

“Fortunas… Talvez”, de Amélia Bentes / 1998 (5 bailarinos)

“Too much is not enough”, de Nigel Charnock / 1999 (10 bailarinos)

“Blue and Thought, thought not”, de Jamie Watton / 2000 (8 bailarinos)

“True North”, de Bruno Listopad / 2001, (8 bailarinos)

“Undress”, de Ronit Ziv / 2002 (7 bailarinos)

“Wade In the Water”, de Javier de Frutos / 2003 (6 bailarinos)

“Les Porteuses de Mauvaises Nouvelles”, de Wim Vandekeybus / 2004 (8 bailarinos)

“Pure” (“Garden”+”With”+”Nest”), de Rui Horta, 2006 (7 bailarinos)

“Caruma”, de Madalena Victorino, 2007 (5 bailarinos)

“Stonewashed”, de Marianne Baillot / 2008

“IMAGO”, de Hélder Seabra / 2009

“30 por uma linha”, de Pedro Carvalho, 2009 (3 bailarinos)

“O Homem que só pensava em números”, de Pedro Carvalho, 2009 (3 bailarinos)

“Fuga Sem Fim”, de Victor Hugo Pontes, 2009 (6 bailarinos)

“TUCO”, de Karine Ponties, 2010 (3 bailarinos)

“O mesmo mas ligeiramente diferente”, de Sofia Dias e Vítor Roriz, 2010 (3 bailarinos) 

“Under a rock”, de Hofesh Shechter, 2012 (7 bailarinos)

“Catabrisa”, de Joana Providência, 2012 (1 intérprete)

“Assim tipo… Dança Contemporânea”, de Tiago Rodrigues, 2013 (3 bailarinos)

“Free”, de Gregory Maqoma, 2014 (5 bailarinos)

“Cribles”, de Emmanuelle Huynh, 2015 (9 bailarinos)

“La Nuit Tous Les Chats Sont Gris”, de Laurence Yadi e Nicolas Cantillon / 2017 (4 bailarinos)

“Barro – Terra Molhada Onde a Bota Escorrega”, de Mafalda Deville, 2017 (6 bailarinos)

“Ballet de Causa Única”, de Willi Dorner, 2019 (5 bailarinos)

“Timber”, de Roberto Olivan, 2019 (6 bailarinos)

“Lowlands”, de Helder Seabra, 2022 (7 bailarinos)