Tag Archives: Palcos Instáveis

#Palcos Instáveis

MECHITA / Sol Garcia

Conto Preto é uma obra coreográfica que entrelaça as espiritualidades do Candomblé com a força identitária da cultura ballroom, criando um espaço de evocação, celebração e resistência de corpos negros e queer.

Manual de Defesa / Júlio Cerdeira

Conto Preto é uma obra coreográfica que entrelaça as espiritualidades do Candomblé com a força identitária da cultura ballroom, criando um espaço de evocação, celebração e resistência de corpos negros e queer.

TAMBOR / Melissa Pérez Sousa

Conto Preto é uma obra coreográfica que entrelaça as espiritualidades do Candomblé com a força identitária da cultura ballroom, criando um espaço de evocação, celebração e resistência de corpos negros e queer.

The Ruin is a Tail / Sancha Meca Castro

Conto Preto é uma obra coreográfica que entrelaça as espiritualidades do Candomblé com a força identitária da cultura ballroom, criando um espaço de evocação, celebração e resistência de corpos negros e queer.

SLUMBER PARTY: HEARTBREAK EDITION / João Oliveira e Mariana Pontes Barbosa

SLUMBER PARTY: HEARTBREAK EDITION é uma performance disfarçada tanto de festa do pijama como de purga emocional coletiva.

Conto Preto / Nala

Conto Preto é uma obra coreográfica que entrelaça as espiritualidades do Candomblé com a força identitária da cultura ballroom, criando um espaço de evocação, celebração e resistência de corpos negros e queer.

I’d like to dance the same way you park your car / Dimitri, Eliot e Rita

I'd like to dance the same way you park your car é uma performance sobre o corpo político, um ensaio coreográfico sobre imaginar um corpo utópico que habita a distopia. Uma sucessão de tentativas, falhas e gestos interrompidos.

VANISHING / Beatriz Valentim e Bruno Senune

Coreografar o invisível, destruir os ciclos: agora vês-me, agora não, desapareces para dentro de mim, desapareço para dentro de ti - tu que me estás a ver. Encontramos espaços intermédios: des-olhar, des-formatar, projetar desejos, pesadelos, pó.

Algures | numa mutação feérica / Flávio Rodrigues

"Algures | numa mutação feérica" é um projeto performativo, interdisciplinar e processual que interseciona gesto, instalação e desenho.

MAMA / Mafalda Deville

Em cena, uma personagem para duas intérpretes que vão invocando memórias, medos e inseguranças, em diálogo surdo entre si. O interior e o exterior, a queda e o salto, o privado e o público, tudo embrulhado em canções de embalar. Em cena dois corpos que não se cansam de tentar. Dois corpos que sabem que por vezes é preciso reaprender a viver, e até reaprender a respirar.
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