© João Octávio Peixoto/TMP / “Turbo Escape”, de Cacá Otto Reuss e Duarte Valadares / Palcos Instáveis

Turbo Escape
Cacá Otto Reuss e Duarte Valadares
Palcos Instáveis / Coprodução com o Teatro Municipal do Porto

Eco que trança, reflete e ressoa. Um fragmento de vento que gera combustão, assenta duas aves num aquário: é redoma circular de reforma eterna. Eterna, efemera, eterna, efemera, hoje para o precipicio, amanhã parto de cabeça colada ao lamaçal. Enquanto partilharmos iris serei iridiscência, um lusco fusco com a duração de três apagões.

 

Cacá Otto Reuss (ela/she), bailarina, coreógrafa emergente e pesquisadora de movimento, nasceu na cidade do Porto, em Portugal, onde realizou a sua primeira formação em dança no Ginasiano.
Trabalhou como bailarina para a Companhia Instável e mais tarde resolveu prosseguir os estudos académicos no Brasil, onde se licenciou em dança na Faculdade Angel Vianna. Ainda no Brasil, fundou e dirigiu a Companhia Motirô, uma companhia de artes cênicas.
Mais tarde, já em Portugal, durante a pandemia, criou e desenvolveu a prática de movimento Chamá Pélvis e desde então tem vindo a lecionar e a aprofundar os seus estudos nos campos da dança contemporânea, saúde pélvica e técnicas de twerk.
Atualmente trabalha com o coreógrafo Marco da Silva Ferreira, com a coreógrafa Catarina Miranda e integra o corpo de baile da fadista Ana Moura.

 

Duarte Valadares nasceu no Porto, tem 29 anos e formou-se na Escola Superior de Dança, em 2014. Reside em Portugal, pesquisando paralelamente o movimento contemporâneo e urbano, estudo que intitula de “Hybrid Movement”.

Trabalhou com coreógrafos como Amélia Bentes, em “Eternuridade”, Marco da Silva Ferreira, em “Land(e)scape”, “Hu{r)mano”, “Brother” e “Bisonte”, Drosha Gherkov em “Needs”, Jonas & Lander em ” Adorabilis”, Thiery Smits/Compagnie Thor em “Anima Ardens” e “Waw”. Com a Companhia Instável, trabalhou com nomes como Gregory Maqoma, em “Free”, Emmanuele Hyuhn, em “Cribles”, e Mafalda Deville, em “Barro – Terra Molhada Onde a Bota Escorrega”. Duarte coreografou “Dry Mouth” (2015), “State of Doubt” (2016), ‘We can buy a Basquiat but we can’t hold handsk (2017), com Jonas Verwerftem “Rubble King” (2020).

Dança, M6 – 45 min

Possibilidade – Escolha – Realidade – Construir

 

Datas anteriores:

13 e 14 dez, 2024 / Café Teatro do TCA

Direção artística, co-criação e interpretação: Cacá Otto Reuss e Duarte Valadares

Composição musical: Nelsoniq

Desenho de luz: Duarte Valadares

Figurinos: Cacá Otto Reuss

Acompanhamento artístico: Ana Isabel Castro

Coprodução: Instável – Centro Coreográfico e Teatro Municipal do Porto*

 

* No âmbito do projeto Palcos Instáveis