© Fernando Pimenta / “Ming the Clam and the Immortal Jellyfish”, de Ana Rita Xavier

Ming the Clam and the Immortal Jellyfish
Ana Rita Xavier
Palcos Instáveis / Coprodução com o Teatro Municipal do Porto

Esta é a primeira peça de uma trilogia em torno do questionamento sobre os conceitos de estranheza examinados por Mark Fisher na obra The Weird and the Eerie. Trata-se de dois termos difíceis de traduzir para a língua portuguesa: weird (estranho) e eerie (inquietante). Segundo o autor, aquilo que é estranho é frequentemente associado a uma sensação de erro. Uma entidade ou objeto é tão bizarro que nos faz sentir que não deveria existir ou que pelo menos não deveria existir num determinado contexto. Fisher argumenta que, se essa entidade ou objeto de facto existe, talvez seja necessário questionar as categorias que fomos formulando para dar sentido ao mundo.

Ana Rita Xavier

Performer e criadora, licenciada em Criação e Interpretação em Dança Contemporânea, pela ESD (Lisboa). Conclui o curso ModemPro (Scenario Pubblico – Sicília) e o curso FAICC (Instável – Centro Coreográfico, Porto). Colabora com Tom Borgas, Radar 360, Gustavo Ciríaco, Guilherme de Sousa e Pedro Azevedo (BLUFF), Joana Castro, Gil Mac, André Braga e Cláudia Figueiredo (CRL – Central Elétrica), Xana Novais, Filipe Moreira (Réptil ac), Teatro Oficina, Rui Souza, Pedro Bastos, Svenja Tiger, entre outros. Em 2019 apresenta “Zona 1” (TMP – Campo Alegre) e e 2021 “Título meramente descritivo ou duas mulheres e uma plateia”, em cocriação com Sofia Alvernaz, no ciclo Palcos Instáveis (TMP – Campo Alegre). Em 2023 apresenta “X´s off” (Hotelier).

Dança, M14 – 50 min

5 e 6 abr / Sala Estúdio do TCA

Direção, cocriação e interpretação: Ana Rita Xavier

Sonoplastia, cocriação e interpretação: Mariana Leite Soares

Iluminação e espaço cénico: Ana Rita Xavier e Mariana Leite Soares

Figurinos: Ana Paula Ferreira

Coprodução: Instável Centro Coreográfico e Teatro Municipal do Porto

Apoio à residência: Theatro Circo, Instável – Centro Coreográfico e Campus Paulo Cunha e Silva

Agradecimentos: CRL – Central Elétrica